Tu matas.
A tua simples forma de viver mata.
Tu respiras e castelos caiem, como baralhos de cartas.
Tu lutas e tudo a tua volta morre.
Tu falas e tudo é uma ordem.
Tu caminhas pelo mar, e ele venera-te, como se fosses uma deusa.
O teu próprio batimento cardíaco comanda as almas perdidas.
Tu poderias não ver, que alguém te protegeria.
Tu poderias não respirar, que alguém morreria por ti.
Mas poderias viver sem alma?
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